Metodologia
Critérios públicos, objetivos e replicáveis para a construção do Agregador Presidencial 2026.
Quais pesquisas entram
O agregador utiliza a pesquisa nacional mais recente de cada instituto que esteja publicada no sistema, contenha cenário de primeiro turno estimulado e esteja marcada como elegível para o agregador.
Como calculamos
Cada resultado é ponderado pelo número de entrevistados do levantamento. Uma pesquisa com amostra maior possui participação proporcionalmente maior no cálculo. A forma de coleta — online, telefônica, presencial ou híbrida — é exibida ao público, mas não recebe multiplicador ou redutor próprio.
Candidato não testado não recebe zero
Quando determinado nome não integrou o cenário apresentado aos entrevistados, aquela pesquisa é excluída apenas do cálculo desse candidato. A ausência no questionário não é interpretada como 0%.
Candidatos abaixo de 1%
O sistema calcula cada candidato individualmente. Depois do cálculo, resultados inferiores ao limite configurado de 1% são agrupados visualmente como “Demais candidatos”, com possibilidade de consultar o detalhamento.
Como tratamos o 2º turno
Os cenários de segundo turno são agregados separadamente por confronto. Um levantamento que testa Lula × Flávio Bolsonaro, por exemplo, não é combinado com outro que testa Lula × Augusto Cury. Para cada confronto, o sistema utiliza somente a pesquisa publicada mais recente de cada instituto que tenha testado exatamente os mesmos dois candidatos e pondera os resultados pelo tamanho da amostra.
Brancos/nulos e indecisos também são ponderados apenas entre as pesquisas que informaram essas categorias. Quando o instituto divulga “nenhum” separadamente de branco/nulo, essa categoria é incorporada ao bloco de brancos/nulos somente para a visualização agregada; o dado original permanece preservado na página da pesquisa.
Como construímos a evolução histórica
O gráfico de evolução é uma reconstrução retroativa do agregado. Em cada data em que uma nova pesquisa nacional de primeiro turno foi publicada, o sistema recompõe o cenário usando a pesquisa mais recente de cada instituto disponível até aquele dia e aplica a mesma ponderação pelo tamanho da amostra.
Quando uma pesquisa histórica possui mais de um cenário estimulado, a seleção segue uma regra determinística: primeiro é respeitado eventual cenário marcado como principal no agregador; nos registros históricos, o sistema prioriza cenários identificados como “comparável”, “principal”, “cenário 1” ou “simulação 1” e, em caso de necessidade, utiliza a maior cobertura de candidatos atualmente ativos como critério de desempate. A escolha é registrada no snapshot para auditoria. O histórico não altera os cenários originais nem ativa pesquisas antigas no agregado atual.
A série só começa quando existem pelo menos dois institutos disponíveis. Para cada candidato, entram apenas as pesquisas em que ele foi efetivamente testado; ausência no questionário não equivale a zero.
O que o agregador não faz
Os resultados originais não são recalibrados, redistribuídos nem convertidos automaticamente em votos válidos. O agregador também não possui margem de erro própria equivalente à margem de erro de uma pesquisa eleitoral.